Meninas hoje antes de postar o capítulo quero fazer uma homenagem a Minha Amiga Emely , carinhosamente chamada de Mily.
Mily estou aqui para te desejar um feliz aniversário, e muitas felicidades , sou suspeita para falar pois quando conheço uma pessoa me apego facilmente, você entrou na minha vida, aos poucos e hoje não vejo ela sem você.
Você é muito especial para mim e tenho certeza de que para muitas outras pessoas também.
Minha Louquinha, Minha Linda, Minha Amiga; Te Amo;
FELIZ ANIVERSÁRIO FOFA
CAPÍTULO 11
Aparentemente Mestre Aguiar estava conseguindo, de fato, derrubar as minhas paredes de apreensão e temor. Veja só como eu estou me contorcendo e choramingando ao me imaginar sendo chicoteada.
Embora, meu apetite tenha se transformado, eu me abriguei a comer tudo o que tinha na bandeja, sabendo muito bem que ele seria capaz de descobrir caso eu fizesse algo diferente do que ele me disse.
Eu soltei para fora da cama e decidida a ignorar a pontada de dor em meus músculos, saltitei até o banheiro.
Eu me deparei com alguns itens especiais sobre a bancada: aparentemente estaríamos realizando uma fantasia hoje...
Meus olhos permaneceram presos a blusa branca transparente e a saia plissada xadrez.
Hummm que aulas Professor Aguiar reservou para mim hoje?
Eu precisei tomar um cuidado especial enquanto me lavava. O nome de Arthur ainda precisava estar em mim quando eu terminasse e eu não lavei o meu cabelo, apenas porque sabia que Arthur o preferia seco.
Mais fácil de prender entre seus dedos, talvez?
Eu não encontrei nenhuma lingerie a vista, então, sabiamente, deduzi que não deveria ter uma hoje.
Eu preciso ser sincera. Levando em consideração o tamanho das peças de roupa que eu vestia, seria mais fácil se eu caminhasse até ele completamente nua.
A saia xadrez era tão curta que era possível ver a polpa da minha bunda sem nenhum esforço e o tecido transparente da blusa – eu nem mesmo sei se posso chamar esse pequeno pedaço de pano de blusa, não fazia muito para esconder os meus seios e eu podia ver, atrás de meu reflexo no espelho, as iniciais de Arthur escritas em minha pele.
Revirei os meus olhos ao alcançar a gravata vermelha.
Tudo para agradar o Mestre.
Após calçar o sapato de salto alto eu me sentia um pouco ridícula. Mesmo com a meia branca que envolvia minhas pernas até as coxas, eu estava tão a mostra... Só parecia um grande desperdício de tempo e energia me arrumar assim.
Mais uma vez, precisei me lembrar: Tudo para agradar o Mestre.
Não querendo deixá-lo esperando por mais tempo, rapidamente repartir o meu cabelo e o prendei em marias-chiquinhas baixas. Fiz uma maquiagem singela... Afinal, eu sou uma colegial hoje e eu preciso parecer inocente.
Eu fui incapaz de evitar o riso com esse pensamento. Como eu posso parecer inocente vestida como uma estrela pornô?
Dispensei a ultima olhada no espelho, sabendo que não estaria melhor d que antes, em minha opinião... Quem sabe o olhar de Arthur fosse mais benevolente?
Caminhei com cuidado, tentando me manter de pé sobre os saltos assassinos que usava, até o seu escritório e respirei profundamente antes de bater à porta.
Não posso negar que estava um pouco nervosa enquanto adentrava o escritório. Afinal eu nunca tinha participado de uma cena antes. Não uma em que eu precisasse encenar de fato.
Como eu deveria me comportar? Devo assumir a minha posição? Esperar até que ele me diga o que fazer? Perguntar?
Felizmente, Arthur me deu a direção.
– Sente-se Srta. Blanco.
Me apressei em obedecer e me acomodei na poltrona, estrategicamente posicionada, de frente para ele. Apenas a sua mesa entre nós.
Arthur se recostou contra o encosto de sua própria poltrona e me olhou. Bom, não era um simples olhar, era mais como se ele estivesse me avaliando.
– Você sabe por que está aqui, Srta. Blanco?
Essa era uma questão que eu não sabia como responder. Felizmente, era uma pergunta retórica.
– Eu soube que você tem atrapalhado o andamento das aulas...
Eu mordi meu lábio inferior tentando descobrir uma forma de entrar na brincadeira.
Eu deveria ter investido nas aulas de teatro na escola.
– Eu sinto muito, Sr. Aguiar! – Tentei timidamente.
Arthur me deu um breve aceno de cabeça antes de se colocar de pé.
– Você sente? – Ele caminhou até estar ao meu lado. – Pelo o que exatamente você sente muito?
Eu abaixei minha cabeça no momento em que ele se colocou no espaço entre a minha poltrona e sua mesa. Ele parecia tão imponente parado a minha frente que eu fui incapaz de sustentar o olhar.
Suas mãos se firmaram nos braços da poltrona e ele me manteve presa ao se inclinar na minha direção.
– A sua lista de infrações só tem aumentado, Srta. Blanco... – Ele começou tão próximo ao meu rosto que eu era capaz de sentir sua respiração contra a minha pele. – E hoje, não satisfeita em apenas se desviar dos estudos, você decidiu roubar a atenção dos seus colegas de classe também... Você acha que seu uniforme é apropriado para uma sala de aula, Srta, Blanco?
Eu podia sentir meu rosto esquentando, assim como todo o meu corpo. Se ele continuasse a falar assim e de tão perto eu simplesmente deixaria de pensar e o agarraria.
Deus! Só a voz dele já me enlouquecia.
– Existe algo que a Srta. Desejava mostrar aos seus colegas de classe? – Arthur voltou a se erguer e uma de suas mãos atingiu de leve a minha perna.
Eu me contorci antes de seguir a sua ordem muda e descruzar as minhas pernas.
– Eu realmente sinto muito, Sr. Aguiar... – Voltei a dizer enquanto afastava minhas pernas o máximo possível. – Eu não tinha a intenção de atrapalhar a aula.
Eu precisei me segurar para não sorrir com o que disse.
Eu estava começando a gostar desse jogo.
Arthur permitiu que seu olhar se perdesse em minhas pernas por algum tempo, antes de voltar para a sua poltrona.
– Um de seus colegas me disse que a Srta. Esqueceu uma peça importante do seu vestuário em casa hoje, Srta. Blanco e que você estava ansiosa por mostrar isso a toda a classe... Segundo ele, essa era a razão para que a Srta. Mantivesse suas pernas abertas durante boa parte da aula... Eu espero que ele esteja enganado. – Eu vi no momento em que ele apanhou uma régua de madeira e passou a deslizar sua mão por ela.
Eu quase gemi alto.
– Existe alguma verdade nisso, Srta. Blanco?
– Eu... Erh... – Era um pouco difícil pensar no que dizer quando Arthur estava a minha frente: a expressão séria, os olhos escuros pela luxuria e com leve contorcer de lábios que indicava que a régua que ele tinha em mãos em breve estaria em contato com o meu traseiro. – Eu acho que estava um pouco distraída essa manhã, Sr. Aguiar.
Isso é o melhor que você pôde pensar, Lu?
– Distraída o suficiente para esquecer-se de vestir sua roupa intima? – Ele me deu um sorriso torto e eu fui incapaz de reprimir a lamuria que deixou meus lábios. – Eu acho que serei obrigado a ensiná-la a ter um pouco mais de atenção... Agora, o que eu faço com você? Detenção? Trabalho extra? Obviamente eu terei que chamar os seus pais e...
– Por favor, Sr. Aguiar, não conte nada aos meus pais... O Sr. pode me dar o castigo que desejar.
No momento em que Arthur umedeceu seus lábios com a ponta de sua língua e me encarou eu soube que tinha acertado.
– Você não deveria ter dito isso, Srta. Blanco. Eu posso pensar em um castigo que não a deixe muito feliz.
– Eu prometo fazer o que o Sr. quiser...
– É mesmo? – Em um movimento rápido ele afastou um pouco a sua poltrona. – Então, seja uma boa menina e venha até aqui...
Eu rapidamente soltei sobre meus pés e caminhei até ele. Com um gesto de mão ele indicou que queria que eu me colocasse a sua frente.
Assim que eu assumi o meu lugar, suas mãos se apossaram da minha cintura e ele girou meu corpo de forma que eu ficasse de costas para ele.
– Você não tem sido uma boa aluna, Srta. Blanco. – Eu senti no momento em que uma de suas pernas se colocou entre as minhas. Eu precisei me debruçar sobre a mesa para me manter de pé.
No silencio do escritório eu fui capaz de ouvir a mudança na respiração do meu Mestre.
– Você está tentando me mostrar algo, menina assanhada?
Eu tentei erguer meu corpo, mas o peso da mão de Arthur em minha costa me impediu.
– Fique onde e como está.
– Me desculpe, Sr. Aguiar... eu me desequilibrei.
– Humm acho que posso tentar compreender porque seus colegas de classe estavam tão distraídos hoje... Você deu a eles uma bela vista, Srta. Blanco. Você quer me mostrar um pouco mais?
Me apoiando em meus cotovelos, afastei ainda mais minhas pernas e empinei o meu traseiro em sua direção.
Arthur me manteve nessa posição por longos minutos. Ele não disse nada, não fez nada. Mas eu sabia que não devia me mexer, então apenas esperei... Esperei até minhas pernas estivessem tão doloridas que mal conseguia me manter como estava.
Eu estava ao ponto de sussurrar seu nome quando ouvi o barulho de sua poltrona sendo afastada e senti seu corpo se colando ao meu.
Suas mãos deslizaram pela lateral do meu corpo até que se infiltraram por baixo de mim até alcançarem meus seios.
Eu gemi. Alto e desesperadamente.
– Shiiii! - Ele sussurrou contra o meu ouvido. – Eu quero que você seja uma boa menina e fique quietinha.
Eu assenti e me esforcei para ficar em silencio, mesmo quando ele continuou a tocar, cada vez mais forte, meus seios.
– Isso... Muito bem! – Ele elogiou. – Agora, apóie-se em suas mãos.
Eu obedeci.
Arthur passou então em se ocupar em retirar a gravata vermelha que eu usava e no momento em que ele me mandou colocar os braços cruzados em minhas costas, percebi o que ele tinha em mente.
Eu não hesitei. Nem mesmo por um segundo. Embora a última vez em que eu estive amarrada tenha sido no dia em que conheci Arthur, eu não me permiti parar para pensar, apenas fiz o que ele ordenou, confiante de que ele me manteria segura. Sempre.
Arthur teve o cuidado de não apertar demais, apenas o suficiente para que eu não pudesse usar as minhas mãos.
Eu me concentrei em respirar pausadamente, mas ainda assim foi impossível não saltar quando Arthur atingiu a minha pele com a régua que tinha em mãos.
Precisei morder meu lábio inferior com tanta força, para não gemer, que pude sentir o gosto de sangue em minha língua.
Assim como a umidade em minha intimidade.
Obviamente, nada disso passou despercebido a ele.
– Tendo problemas para ficar calada, Srta. Blanco?- Ele provocou antes que ele voltasse a me atingir, agora exatamente onde eu mais ansiava por ele.
Eu choraminguei e me contorci.
– Olhe só para você... – Ele disse. – Srta. Blanco, você está fazendo uma bagunça... Eu posso ver o quão molhada você está. – Minha pele voltou a se atingida, com um pouco mais de força dessa vez. – Tudo isso é para mim? – Uma mais e eu já não conseguia conter os gemidos. – Tudo isso é para o seu Mestre?
Hummm eu acho que nosso pequeno jogo chegou ao fim.
– Hummm Mestre... – Sussurrei. – Por favor!
Arthur ergueu meu corpo e me virou em sua direção. Eu me perdi em seu olhar por um instante, presa na intensidade que ele transmitia.
– De joelhos, Lua.
Eu ainda não estava completamente acomodada quando sua mão se agarrou ao meu cabelo, fazendo com que eu olhasse para ele.
Não foi realmente uma surpresa quando eu percebi que ele já havia se encarregado de desabotoar sua calça, me permitindo total acesso ao seu membro rijo.
– Peça... Eu quero ouvir você implorar.
Eu não precisei de nenhum segundo para pensar.
– Por favor, Mestre... Eu quero você!
– Você pode fazer melhor do que isso...
– Por favor, Mestre... Eu posso tê-lo na minha boca? Eu quero chupá-lo...
Arthur ergueu uma sobrancelha e eu soube que precisaria me esforçar um pouco mais.
– Mestre, eu quero tanto o seu pau na minha boca... Eu quero chupá-lo até que o faça gozar...
Eu acho que poderia ter dito mais, mas isso se tornou impossível quando ele, finalmente, deslizou na minha boca.
Ele não foi gentil. Mas a cada nova investida eu queria mais e mais. E tudo o que eu podia fazer para que ele soubesse era cantarolar de deleite enquanto meus lábios deslizavam por toda a sua extensão.
Ele era grande e eu precisei relaxar minha garganta, mas eu sabia como meu Mestre gostava de ser acariciado, portanto me esforcei para circular minha língua ao seu redor e recebê-lo no fundo da minha garganta sem engasgar.
O gosto era maravilhoso!
Eu podia senti-lo pulsar em minha boca e sabia que ele estava próximo de explodir, então, cm cuidado, passei arranhá-lo, levemente, com ponta dos meus dentes.
– Merda! – Ele xingou baixinho e se retirou.
Eu choraminguei pela perda de contato.
– Eu espero que você esteja pronta para mim... – Foi tudo o que ele disse antes de voltar a debruçar o meu corpo sobre a mesa e investir contra mim.
– Oh Mestre!
Ele me preenchia tão completamente que eu era capaz de senti-lo em totalidade.
– Me diga a cor, Lua... – Sua voz soou rouca entre as suas estocadas. – Me diga em que cor estamos...
– Verde! - Eu praticamente gritei ao senti-lo ir cada vez mais fundo. – Verde, Mestre.
Seus dedos passaram a tocar o feixe de carne entre meus lábios íntimos e eu comecei a sentir todo meu corpo estremecer.
– Não... Não, não. – Arthur disse. – Ainda não. Não até que eu diga.
– Por favor, Mestre.
– Ainda não. – Ele voltou a dizer.
– Ohhh Mestre, eu preciso...
Talvez ele soubesse que eu não seria capaz de me segurar porque seus dedos me deixaram.
O problema é que meu corpo o desejava demais. De todas as formas.
– Por favor, Mestre. Por favor, não pare.
Ele não disse nada, apenas forçou seu braço contra a minha costas, me mantendo presa a mesa. Uma de suas mãos apertou o meu traseiro enquanto ele ainda investia contra mim.
Eu estava envolvida demais no sentimento que ele me proporcionava que não fui capaz de perceber o que ele pretendia até que sentir seu dedo contornar minha segunda entrada.
Minha respiração falhou por um instante e, por reflexo, tentei me afastar.
Arthur manteve o seu aperto e lentamente deslizou seu dedo pelo meu canal apertado.
Me segurei com força a mesa .
– Mestre...
– Apenas, relaxe Lua... – Ele instruiu, nunca parando os seus movimentos, seja de seu dedo ou de seu quadril. – Você vai gostar... Apenas relaxe.
Eu tentei. Juro que tentei. Tentei com muito afinco mais eu simplesmente não conseguia relaxar.
– A quem você pertence, Lua? – Ele questionou.
Eu continuava a me segurar firmemente à mesa, mas senti no momento em que ele diminuiu o seu poder sobre meu corpo e passou a deslizar a mão, que antes me prendia, suavemente por minha pele.
– A você. Eu pertenço a você. – Consegui responder.
– Exatamente. Você é minha, Lua. Minha!
– Sua... – Concordei ao fechar os olhos e tentar, mais uma vez, voltar a aproveitar o que ele me dava.
– E o que eu posso fazer com você, Lua?
A mão em minhas costas deslizou até a minha nuca e se infiltrou em meu cabelo, mas ele não o puxou, apenas o acariciou.
– Tudo, Mestre! Você pode fazer tudo...
– Todo o seu corpo é meu, Lua! E eu quero estar em todos os lugares...
Ele acrescentou mais um dedo me esticando um pouco mais.
Eu não podia controlar o tremor que se apossou de mim.
Eu senti a piscina de lágrimas tentando se formar em meus olhos.
– Am... Ama... Amarelo. – Sussurrei antes que um soluço escapasse por meus lábios.
Seus movimentos pararam imediatamente, mas ele não deixou meu corpo. De nenhuma forma.
– Não pense... – Arthur disse suavemente. – Apenas sinta.
Eu respirei fundo e tentei fazer como ele dizia.
– Você está segura... – Ele continuou. – Eu não vou te machucar.
Arthur continuou a falar, suavemente, com paciência até que meu corpo parou de tremer.
– Isso... Tudo o que você terá hoje é prazer... Você quer que eu te dê prazer, Lua? Você confia que isso é tudo o que eu vou te dar hoje?
– Sim, Mestre!
– Eu quero ouvir mais convicção em sua voz, Lua.
Lentamente seus dedos voltaram a se mover dentro de mim.
– Sinta... Apenas sinta.
A combinação da sua voz e de seus movimentos lentos foram, gradativamente, me fazendo relaxar e em determinado momento, eu até mesmo comecei a aproveitar o que ele me fazia.
– Isso... – Ele sussurrou em aprovação. – Boa menina!
Ele continuou, por incontáveis minutos, até que eu voltei a me contorcer e choramingar, mas dessa vez porque eu queria mais.
Eu precisava de mais.
Mas Arthur sabia exatamente o que eu era capaz de digerir naquele momento e embora ele tenha voltado a investir contra a mim, seus movimentos não eram mais rápidos e intensos. Agora, ele era suave, preciso, mas acima de tudo carinhoso.
Ele estava, mais uma vez, derrubando as minhas barreiras e eu não podia fazer nada para evitar. Eu nem mesmo queria evitar.
– Vem para mim, meu anjo. – Sua voz estava baixa e sensual... Soando mais como um pedido do que uma ordem e eu atendi. Atendi com intensidade e emoção.
E quando eu desci da nuvem de prazer que ele tinha me levado, eu chorei.
Chorei por todo o meu tempo perdido antes dele. Chorei por ter demorado tanto a confiar nele e chorei por perceber que com ele, com Arthur, eu seria capaz de esquecer tudo, de reescrever a minha historia. Com Arthur eu poderia fazer qualquer coisa, sem nunca sair machucada.
Ele me puxou para o seu colo e me abraçou com força.
Envolvi seu pescoço com meus braços e acomodei minha cabeça em seu ombro, de forma que meus lábios alcançassem seu ouvido.
– Mestre... – Por um segundo me perguntei se ele era capaz de ouvir a devoção em minha voz. – Eu quero tentar. Com você. Com você eu quero tentar tudo... Tudo o que eu nunca fiz, tudo o que já fui obrigada a fazer... Com você eu sei que consigo.
Caroooooool que perfeito :OOO Eu quero necessito de maiiiis
ResponderExcluirObrigada Bibi
ResponderExcluirAhhhh amo sa web ' awnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn obrigada minha Cacau q homenagem perfeita qse chorei kkkkk mas enfim obrigada msm !!
ResponderExcluirAhh essa sou eu a Emely lerda '-' e esqueci de uma coisinha te amooooo !!
ExcluirTambem te amu Milyyyy
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